quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Política de referência




Os 40 deputados estaduais eleitos para a 19ª Legislatura, agora já devidamente ancorados em suas respectivas comissões parlamentares, passam à plenitude do mandato em um renovado clima de esperança, sem deixar de assegurar ao povo catarinense o direito de participar, propor, criticar e construir em conjunto uma política de referência para o Brasil.
Em tempos de desconsideração da política, permanece necessário reafirmar o papel do Parlamento. Estuário das grandes correntes de debates, sem abrir mão do seu papel fiscalizador, a Assembleia Legislativa se constitui, ao mesmo tempo, meio e meta na arquitetura de normas que disciplinem e fortaleçam a vida em sociedade.

As urnas sinalizaram um claro sentimento de mudança e, mesmo assim, o quadro continua confuso. Há decepção, há frustração, há desconfiança, e não adianta fazer de conta que tudo mudou como que num passe de mágica. De fato, eleitos e eleitores somos desafiados a participar criticamente, a reelaborar pautas, a reabrir a história, a devolver esperanças.
Temos de ser realistas. O imperativo se configura em lidar com isso sem nos omitir, sem desanimar. Persistiremos na busca de um governo eficaz em todas as suas esferas, incluindo-se, aqui, políticas sociais, econômicas e, sobretudo, de gestão da máquina pública. Isto supõe,
necessariamente, uma intensa mobilização da própria sociedade na busca de um projeto de cidadania plena de ética e justiça.

É claro que em um país onde o embate entre eleitores ainda dá sinais de paixão política corrosiva, a responsabilidade do mandato aconselha uma postura essencialmente republicana, com motivações balizadas na tarefa pública suprema que pode ser resumida em três ambições: defesa da pluralidade política, eficiência legislativa que vincule investimento produtivo com progresso social e a luta incansável por um futuro decente para todos os catarinenses.

Ismael dos Santos
Deputado Estadual reeleito
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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Reviver 3, referência para o Brasil!





O Projeto de Inovação na Atenção aos Dependentes de Substâncias Psicoativas no Estado de Santa Catarina, carinhosamente denominado Programa Reviver, surgiu em 2013 não apenas para financiar vagas em comunidades terapêuticas, mas, sobretudo, equipá-las com ferramentas pedagógicas e conhecimento científico. Assim, graças à determinação do gestor público estadual, o Reviver escreveu um novo capítulo na história de quatro décadas das CTs, estabelecendo-se, pela vez primeira, um pacto entre o Governo estadual com organizações do Terceiro Setor, buscando o financiamento de até dez vagas por CT na reabilitação de dependentes químicos. Em três anos, chegamos a marca extraordinária de 15 mil acolhimentos. Trata-se de uma intervenção, construída com a sociedade, para acolher dependentes de substâncias psicoativas, buscando reduzir entre estes usuários as oportunidades para o uso e abuso de drogas, aumentando o controle social e dificultando os impactos negativos da drogadição.
Com o Reviver 3, a partir de primeiro de setembro, teremos 780 vagas subsidiadas pelo Governo estadual para acolher catarinenses que queiram superar a dependência química, numa rede de 78 comunidades terapêuticas que foram devidamente credenciadas por edital de chamamento público.
O gesto de parceria governamental se configura numa ação eficaz e responsável para com a segurança e a saúde pública de todos nós catarinenses.


Deputado Estadual Ismael dos Santos
Presidente da Comissão de Combate e Prevenção às Drogas da ALESC
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quinta-feira, 3 de setembro de 2020

O que faço no templo?

 


Qual a razão de passarmos tantas horas semanais nos templos?

As respostas podem ser múltiplas.

Por um lado, há muita gente com motivações equivocadas. Alguns vão à igreja como o operário vai à fábrica: bater o ponto! Outros sobem as escadarias na condição de religiosos: são membros preocupados em honrar o seu batismo. Existem também os "crentes festeiros": se há alguma atração ou um calendário especial, lá estão eles, sempre confundindo o lugar de culto com um centro de exibições. Mas, em épocas de "vacas magras", muitos se dirigem aos templos em busca de um Deus "guarda-chuva": basta aparecer uma nuvem no céu da existência e, então, eles se apressam para ocupar os primeiros bancos dos templos.

Por outro lado, uma parte significativa dos cristãos já entendeu a sua posição de integrante de uma comunidade que foi convocada por Deus para O adorar. O convite é simples, cristalino e definitivo: "Ó, vinde, adoremos e ajoelhemos diante do Senhor que nos criou" (Sl 95.6).

O que significa adoração? O transbordar de um coração agradecido definitivamente concentrado em Deus. Portanto, o espaço físico onde a igreja se reúne precisa ser, antes de tudo, um lugar de encontro entre Deus e o Seu povo. Sempre que você transpor as portas de um templo, pergunte-se: o que estou fazendo aqui? Sua resposta deve contemplar basicamente três verbos: honrar, agradecer e servir.

Honramos a Deus pelo que Ele é em essência (caráter, amor, fidelidade, glória, poder); agradecemos pelo que Ele faz (o Seu cuidado, as Suas obras, a Sua providência); e servirmos ao Senhor quando entregamos a Ele tudo o que somos e possuímos (talentos, energias, recursos, tempo). Ora, as reuniões públicas da igreja devem perseguir estes ideais. Jesus ensinou que o Pai procura "verdadeiros adoradores que O adorem em espírito e em verdade" (Jo 4.23). Percebe-se, então, que adorar envolve consciência do sobrenatural, motivos puros e mente disciplinada.

Sempre há um templo com suas portas abertas para quem deseja celebrar ao Senhor com um coração humilde, contrito e agradecido.
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Adorando o Rei

 


Não sabemos muito bem quem são os vinte e quatro anciãos descritos no Apocalipse, embora definitivamente representem os remidos de todos os lugares e épocas; por outro lado, não há como ficar indiferente a canção que eles entoam:

"Ó Senhor Deus Todo-Poderoso, que és e que eras!

Nós te agradecemos porque tu tens usado o teu grande poder

 e começaste a reinar"

 

Trata-se de um hino ao triunfo do bem e ao reconhecimento da realeza eterna de Cristo Jesus. Os seres angelicais reconhecem o governo do Messias e aplaudem à Sua intervenção na história cósmica da humanidade.

Na qualidade de súditos do Reino de Cristo, somos também convocados a adorar o Deus que se fez homem, nasceu em forma de uma criança, mas o "governo está sobre os seus ombros" (Is 9.5b). É o Rei cujo reino desconhece fronteiras. Os jornais pouco falam dEle; afinal, o seu trono não se encontra em Washington, Moscou ou em qualquer outro centro de poder humano. O Rei dos reis se assenta em corações que se abrem para recebê-lo com alegria. Então, as trevas cedem lugar a luz, a guerra reconhece a primazia da paz, o ódio se submete ao domínio do amor, a morte não resiste a força da vida.

Quando este Rei chegou à Palestina, a noite escura foi invadida por um brilho intenso e, afirmam as Escrituras: "O povo que andava na escuridão viu uma forte luz; a luz brilhou sobre os que viviam nas trevas" (Is 9.1). Alguns perceberam imediatamente; entre eles, os sábios do Oriente. E o que eles fizeram? Correram a sede do precário governo em Jerusalém e indagaram: "Onde está o menino que nasceu para ser o rei dos judeus? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo" (Mt 2.2). Observe que não era um sentimento de curiosidade banal ou de mera simpatia, os visitantes orientais estavam desejosos de adorar Jesus.

Num mundo onde tantas estrelas fúteis querem cintilar, tornando-se ídolos vazios e completamente banais, somos desafiados a nos unir aos sábios do Oriente e aos anciãos do Apocalipse, reconhecendo que o poder, a glória e o domínio pertencem ao Messias.
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terça-feira, 12 de maio de 2020

A importância da família e pessoas especializadas para a recuperação da dependência química



Nos dias atuais, a conscientização e prevenção em relação ao uso de drogas tem sido um dos maiores desafios para as famílias que precisam encarar essa situação quando bate em sua porta. Levantamentos sobre a situação no Estado e, entre outros dados, mostram o número de cerca de 50 mil usuários de crack em Santa Catarina e mais de 700 mil pessoas que passaram pelo atendimento psiquiátrico no Estado que tem problemas relacionados ao álcool, o que representa cerca de 40% do total. Pesquisas apontam ainda que cada vez mais jovens experimentam drogas na adolescência.

Muitas vezes a falta de estrutura familiar para mostrar aos filhos e familiares os efeitos destruidores acabam acarretando em pessoas que caem neste mundo de destruição e aventuras desenfreadas, ocasionando desespero e tristeza como resultado de uso de drogas.

Por isso, muitas vezes a única saída é ajuda de profissionais que entendem e abordam estes temas e ajudam pessoas a saírem desses vícios que trazem problemas familiares e para a própria saúde da pessoa que utiliza. Uma dessas ajudas, são as casas de recuperação, também conhecidas como comunidades terapêuticas, que trabalham com o método de internação, com duração de 6 meses, para auxiliar pessoas que querem deixar a dependência química.

Pensando neste suporte para as famílias de Santa Catarina, o Deputado Estadual Ismael dos Santos, criou em 2013 o Programa Reviver, um projeto em que o Governo do Estado subsidia de forma gratuita para as famílias catarinenses que necessitam deste auxílio para recuperação da dependência química , 800 vagas por ano em comunidades terapêuticas para mudar a história destas pessoas que muitas vezes não conseguem sozinhas. O Programa Reviver já alcançou mais de 15 mil pessoas em 6 anos e tem mudado muitas histórias.

Para o Deputado Estadual, Ismael dos Santos (PSD), o combate à dependência química é uma das principais bandeiras. Presidente da Comissão de Prevenção e Combate as Drogas da Assembleia Legislativa, tem dedicado seus esforços com o Reviver. “Sou perseverante nas bandeiras que defendo e já mostramos nosso compromisso através do Reviver, o maior programa de enfrentamento às drogas em nosso estado. Isso se chama ação. Vamos em frente na luta por uma Santa Catarina sem drogas! ”
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