sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Reviver 3, referência para o Brasil!





O Projeto de Inovação na Atenção aos Dependentes de Substâncias Psicoativas no Estado de Santa Catarina, carinhosamente denominado Programa Reviver, surgiu em 2013 não apenas para financiar vagas em comunidades terapêuticas, mas, sobretudo, equipá-las com ferramentas pedagógicas e conhecimento científico. Assim, graças à determinação do gestor público estadual, o Reviver escreveu um novo capítulo na história de quatro décadas das CTs, estabelecendo-se, pela vez primeira, um pacto entre o Governo estadual com organizações do Terceiro Setor, buscando o financiamento de até dez vagas por CT na reabilitação de dependentes químicos. Em três anos, chegamos a marca extraordinária de 15 mil acolhimentos. Trata-se de uma intervenção, construída com a sociedade, para acolher dependentes de substâncias psicoativas, buscando reduzir entre estes usuários as oportunidades para o uso e abuso de drogas, aumentando o controle social e dificultando os impactos negativos da drogadição.
Com o Reviver 3, a partir de primeiro de setembro, teremos 780 vagas subsidiadas pelo Governo estadual para acolher catarinenses que queiram superar a dependência química, numa rede de 78 comunidades terapêuticas que foram devidamente credenciadas por edital de chamamento público.
O gesto de parceria governamental se configura numa ação eficaz e responsável para com a segurança e a saúde pública de todos nós catarinenses.


Deputado Estadual Ismael dos Santos
Presidente da Comissão de Combate e Prevenção às Drogas da ALESC
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quinta-feira, 3 de setembro de 2020

O que faço no templo?

 


Qual a razão de passarmos tantas horas semanais nos templos?

As respostas podem ser múltiplas.

Por um lado, há muita gente com motivações equivocadas. Alguns vão à igreja como o operário vai à fábrica: bater o ponto! Outros sobem as escadarias na condição de religiosos: são membros preocupados em honrar o seu batismo. Existem também os "crentes festeiros": se há alguma atração ou um calendário especial, lá estão eles, sempre confundindo o lugar de culto com um centro de exibições. Mas, em épocas de "vacas magras", muitos se dirigem aos templos em busca de um Deus "guarda-chuva": basta aparecer uma nuvem no céu da existência e, então, eles se apressam para ocupar os primeiros bancos dos templos.

Por outro lado, uma parte significativa dos cristãos já entendeu a sua posição de integrante de uma comunidade que foi convocada por Deus para O adorar. O convite é simples, cristalino e definitivo: "Ó, vinde, adoremos e ajoelhemos diante do Senhor que nos criou" (Sl 95.6).

O que significa adoração? O transbordar de um coração agradecido definitivamente concentrado em Deus. Portanto, o espaço físico onde a igreja se reúne precisa ser, antes de tudo, um lugar de encontro entre Deus e o Seu povo. Sempre que você transpor as portas de um templo, pergunte-se: o que estou fazendo aqui? Sua resposta deve contemplar basicamente três verbos: honrar, agradecer e servir.

Honramos a Deus pelo que Ele é em essência (caráter, amor, fidelidade, glória, poder); agradecemos pelo que Ele faz (o Seu cuidado, as Suas obras, a Sua providência); e servirmos ao Senhor quando entregamos a Ele tudo o que somos e possuímos (talentos, energias, recursos, tempo). Ora, as reuniões públicas da igreja devem perseguir estes ideais. Jesus ensinou que o Pai procura "verdadeiros adoradores que O adorem em espírito e em verdade" (Jo 4.23). Percebe-se, então, que adorar envolve consciência do sobrenatural, motivos puros e mente disciplinada.

Sempre há um templo com suas portas abertas para quem deseja celebrar ao Senhor com um coração humilde, contrito e agradecido.
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Adorando o Rei

 


Não sabemos muito bem quem são os vinte e quatro anciãos descritos no Apocalipse, embora definitivamente representem os remidos de todos os lugares e épocas; por outro lado, não há como ficar indiferente a canção que eles entoam:

"Ó Senhor Deus Todo-Poderoso, que és e que eras!

Nós te agradecemos porque tu tens usado o teu grande poder

 e começaste a reinar"

 

Trata-se de um hino ao triunfo do bem e ao reconhecimento da realeza eterna de Cristo Jesus. Os seres angelicais reconhecem o governo do Messias e aplaudem à Sua intervenção na história cósmica da humanidade.

Na qualidade de súditos do Reino de Cristo, somos também convocados a adorar o Deus que se fez homem, nasceu em forma de uma criança, mas o "governo está sobre os seus ombros" (Is 9.5b). É o Rei cujo reino desconhece fronteiras. Os jornais pouco falam dEle; afinal, o seu trono não se encontra em Washington, Moscou ou em qualquer outro centro de poder humano. O Rei dos reis se assenta em corações que se abrem para recebê-lo com alegria. Então, as trevas cedem lugar a luz, a guerra reconhece a primazia da paz, o ódio se submete ao domínio do amor, a morte não resiste a força da vida.

Quando este Rei chegou à Palestina, a noite escura foi invadida por um brilho intenso e, afirmam as Escrituras: "O povo que andava na escuridão viu uma forte luz; a luz brilhou sobre os que viviam nas trevas" (Is 9.1). Alguns perceberam imediatamente; entre eles, os sábios do Oriente. E o que eles fizeram? Correram a sede do precário governo em Jerusalém e indagaram: "Onde está o menino que nasceu para ser o rei dos judeus? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo" (Mt 2.2). Observe que não era um sentimento de curiosidade banal ou de mera simpatia, os visitantes orientais estavam desejosos de adorar Jesus.

Num mundo onde tantas estrelas fúteis querem cintilar, tornando-se ídolos vazios e completamente banais, somos desafiados a nos unir aos sábios do Oriente e aos anciãos do Apocalipse, reconhecendo que o poder, a glória e o domínio pertencem ao Messias.
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